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Do you need help?
O Google Street View passa pelas ruas das cidades do mundo inteiro fotografando tudo e sempre pega algo suspeito. Mulheres peladas, gente fazendo sexo e outros flagras indiscretos são constantes. Claro que eles deletam, mas a internet sempre age mais rápido e resgata essas pérolas
| Na Espanha, o carro do Google flagrou em pleno dia uma prostituta negociando seu próximo trabalho |
| Esse casal foi pego pelado em provador de loja em Briançon, na France |
| Dormiu pelado? Cuidado ao abrir a janela de manhã, ou vai acontecer igual a essa taiwanesa |
| Em Miami, uma mulher decidiu botar o lixo para fora antes de se trocar e foi fotografada |
| Um casal foi pego durante sexo ao ar livre em Ventspil, no noroeste da Letônia |
| O flagra mais recente é de um homem em Manchester, na Inglaterra. Uma mulher estava o masturbando enquanto fotografaram |
| Prostitutas são frequentemente flagradas em seu horário de trabalho |
Erik Paulussi - Playboy
No período
analisado por Machado, 1.780 pessoas morreram nos eventos que
ocasionaram os desastres, mas o número de mortes efetivamente causadas
por eles chega a 460 mil, se forem incluídas doenças e outros males
desencadeados pelas tragédias.
Apesar disso,
apenas 6% dos municípios brasileiros contam com planos de risco – em
10% deles estão sendo estudados meios de se preparar para situações de
emergência. De acordo com o pesquisador, nesse grupo, encontram-se
principalmente municípios com mais de 500 mil habitantes.
Ao analisar
casos como a tragédia que deixou mais de 900 mortos na região serrana
do Rio de Janeiro em 2009, Machado chama a atenção para a recorrência
dos deslizamentos, que, em 1987, já tinham causado 282 mortes nos
municípios de Petrópolis e Teresópolis. De 1987 até 2009, lembrou o
professor, houve mais cinco episódios com mais de 300 vítimas.
Mesmo assim, no
ano do maior desastre, 35 unidades de saúde (81% das localizadas nos
maiores municípios atingidos) estavam em áreas de risco, sendo 14 em
locais de altíssimo risco. Segundo ele, mais de 90% dos pontos em que
os deslizamentos provocaram acidentes eram de preservação ambiental.
Sobre as 20
mortes ocorridas nos últimos dias em Petrópolis, novamente em
consequência das chuvas, Machado ressaltou a responsabildade das
autoridades: "É necessário um investimento rápido e urgente na
construção de novas casas e em medidas de engenharia para tornar essas
áreas [de risco] menos vulneráveis. O Poder Público em nível municipal,
estadual e federal tem responsabilidade nesse processo." Para o
professor, existe espaço para realocação negociada das pessoas, com
participação da comunidade. "Ainda há muitas casas e mesmo
estabelecimentos de saúde que são vulneráveis", destacou.
A representante
da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Mara Oliveira, chamou a
atenção para o problema dos escombros gerados pelos desastres naturais,
que se acumulam durante meses nos municípios, com riscos para a saúde,
e resumiu a questão multifacetada da ocupação do solo na região
serrana: "É um problema de planejamento urbano e uma questão de
saneamento ambiental. Mas tem também o lado cultural de como a cidade
cresceu, como ela se desenvolveu.
Da Redação com Agência Brasil
A vereadora Raissa Lacerda (PSD) voltou a admitir, nesta quarta-feira
(20), a possibilidade de a Energisa perder o direito de fornecer
energia elétrica na Paraíba, caso sejam comprovadas as denúncias de que a
empresa estaria obrigando funcionários a lesar consumidores, instalando
‘gatos’ em residências durante suposta fiscalização.
Lacerda disse que conversou com o promotor da Defesa do Consumidor, Gualberto Bezerra, com relação às denúncias envolvendo a Energisa. “A Energisa pode ser multada em mais de R$ 50 milhões, segundo o promotor. Além disso, a empresa poderá perder a concessão do serviço”, observou a parlamentar, acrescentando que o Ministério Público já abriu um inquérito contra a concessionária.
Os ‘gatos’
Raissa Lacerda explicou que, segundo das denúncias que chegaram até ela, a maioria dos ‘gatos’ foi instalada em residências de famílias humildes. “Os funcionários diziam que iriam instalar um novo medidor e pediam aos moradores para assinarem um documento que na verdade era a aplicação de uma multa”, disse.
Sessão conjunta
Raissa confirmou que no início do próximo mês a Câmara Municipal de João Pessoa e a Assembleia Legislativa da Paraíba estarão promovendo uma sessão conjunta para discutir as denúncias contra a Energisa, que vieram á tona após revelações de um funcionário da própria empresa.
A vereadora contou, ainda, que como represália, o funcionário que originou as denúncias foi transferido de João Pessoas para a cidade de Marcação, no Litoral Norte da Paraíba.
Em Campina Grande
O vereador Inácio Falcão (PSDB ) disse que a concessão da Energisa em Campina Grande vencerá no próximo ano e poderá não ser renovada. “Essa concessão vence, salvo engano, em março do ano que vem. Se a Casa entender que essa concessão não possa ser renovada, o município passará a administrar o serviço”, explicou o tucano.
Questionado se os vereadores campinenses teriam coragem de ‘peitar’ a Energisa, Inácio Falcão foi enfático. “Eu acredito que toda concessão tem que passar por uma avaliação profunda da Câmara e o plenário é soberano. Se o plenário não aceitar o pedido de uma renovação, certamente terá condições de peitar a Energisa”, declarou o parlamentar.
Lacerda disse que conversou com o promotor da Defesa do Consumidor, Gualberto Bezerra, com relação às denúncias envolvendo a Energisa. “A Energisa pode ser multada em mais de R$ 50 milhões, segundo o promotor. Além disso, a empresa poderá perder a concessão do serviço”, observou a parlamentar, acrescentando que o Ministério Público já abriu um inquérito contra a concessionária.
Os ‘gatos’
Raissa Lacerda explicou que, segundo das denúncias que chegaram até ela, a maioria dos ‘gatos’ foi instalada em residências de famílias humildes. “Os funcionários diziam que iriam instalar um novo medidor e pediam aos moradores para assinarem um documento que na verdade era a aplicação de uma multa”, disse.
Sessão conjunta
Raissa confirmou que no início do próximo mês a Câmara Municipal de João Pessoa e a Assembleia Legislativa da Paraíba estarão promovendo uma sessão conjunta para discutir as denúncias contra a Energisa, que vieram á tona após revelações de um funcionário da própria empresa.
A vereadora contou, ainda, que como represália, o funcionário que originou as denúncias foi transferido de João Pessoas para a cidade de Marcação, no Litoral Norte da Paraíba.
Em Campina Grande
O vereador Inácio Falcão (PSDB ) disse que a concessão da Energisa em Campina Grande vencerá no próximo ano e poderá não ser renovada. “Essa concessão vence, salvo engano, em março do ano que vem. Se a Casa entender que essa concessão não possa ser renovada, o município passará a administrar o serviço”, explicou o tucano.
Questionado se os vereadores campinenses teriam coragem de ‘peitar’ a Energisa, Inácio Falcão foi enfático. “Eu acredito que toda concessão tem que passar por uma avaliação profunda da Câmara e o plenário é soberano. Se o plenário não aceitar o pedido de uma renovação, certamente terá condições de peitar a Energisa”, declarou o parlamentar.
George Medeiros - Paraíba Já
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